Gastronomia em São Paulo

Muita gente compara a profusão gastronômica de São Paulo à de Nova York. É verdade; este é um fato que procede. Só que a culinária paulistana é singular na sua pluralidade. Se em NY os restaurantes optam, cada um, por uma determinada cozinha – seja italiana ou vietnamita – em São Paulo, eles podem ousar, sem problemas. Juntam-se todas em um único Buffet. Observar o prato montado pessoalmente por um frequentador de churrascaria ou restaurante por quilo em SP vale por um tratado antropológico. Repare bem; há sushi que pode muito bem vir acompanhado pelo tabule, pelo canelone e pelo suflê. Sobra ainda (sobra? Ainda?) espaço suficiente para rolinhos primaveras e molho agridoce.
O peso deste festival de iguarias gastronômicas de influências generalizadas e diversas se evidencia nas indicações aos melhores pratos da cidade paulistana. São marrecos, mandioquinha, bacalhau, testículos de galo, pernil de javali, massas, feijoadas, gralhados, gyoza, pizzas, burritos, chillis, chucrutes, lamen, udon, nodles e tudo mais que se possa imaginar. Além disso são cafés, bares, bootecos rotisseries, pequenas pastelarias, pizzarias com autênticos fornos a lenha e casas onde hot dogs são respeitados como prato principal de suma importância. Todos estes estabelecimentos mantendo sua respectiva opulência de levar a mesa ótimos pratos e uma boa variedade de petiscos. Entre as casas também são super difícil de escolher uma em especial, mas o famosíssimo e requintado D.O.M. de Alex Atala, o Fasano que é igualmente imponente, o Beirute do Frevo, Sottozero, Maçarico da Bráz, entre tantos outros que é um óbvio desmerecimento não citar.
Sorry.
São Paulo é isso: É Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Espírito Santo…É Japão, Alemanha, Itália, México, Austrália…é um pouco de tudo que se imagina. Na melhor e maior quantidade.
Assim é a gastronomia em São Paulo!